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D.Joaquim Gonçalves

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 04.07.10

          Hoje dia 4 de Julho, neste espaço vazio à volta da igreja paroquial de Vilar de Ferreiros é quase impossível poder circular e romper. O dia do Padroeiro (29 de Junho) por ter calhado em dia-de-fazer deu origem a que a sua festa fosse transferida para o domingo mais próximo a seguir, daí o haver festa rija em honra de São Pedro neste 1º domingo Julho.

          Com Missa dominical e solene, às 11h00, presidida pelo franciscano Frei José D. Lima, sermão e procissão à volta da aldeia de Vilar, tratou-se, digo eu, do principal motivo e razão da Festa de São Pedro que  um coro local de vozes muito harmoniosas abrilhantou. Acto muito participado onde não faltou a presença de figuras conhecidas da sociedade local, como por exemplo, o Sr. Presidente da C.M. de Mondim de Basto, que para além de assistirem  à Eucaristia e apreciarem a festa outros motivos, creio, os levaram neste dia ali.          

         Talvez um tenha sido o deste generoso "Gigante com coração de pomba" que a 4 de Julho de 1932 nasceu em Torgueda(Vila Real) ter acendido hoje 78 velas de aniversário natalício e os seus muitos amigos e admiradores não dispensarem de com um abraço de felicitações o incentivar no acender  e apagar das velas com o seu sopro forte de virtuoso sacerdote, desde 1957, inicio do seu múnus sacerdotal, sempre ao serviço do concelho de Mondim de Basto, mormente de São Pedro de Vilar de Ferreiros e do Santuário de Nossa Senhora da Graça que como abade zela desde 12 de Janeiro  de 1961. Uma vida, Sr Padre Manuel Joaquim Correia Guedes! 50 Anos afio aturando os fregueses de São Pedro das antigas Ferrarias, Vilar de Ferreiros,  vão fazer-se já no próximo mês de Janeiro de 2011.De facto uma vida!

          Hoje também em Vila Real, o Sr. Bispo da Diocese D. Joaquim Gonçalves celebrou as suas Bodas de Ouro Sacerdotais, e como é natural os sacerdotes diocesanos quiseram reunir-se à sua volta, e também o Sr.Padre Guedes como filho e servo fiel ao seu Bispo lá foi, depois de almoço, até Vila Real, deixando a sua festa de aniversário e os paroquianos e forateiros de São Pedro em animada festança que os Ranchos Foclóricos de Vilar e Vilarinho, com mais um conjunto musical, foram chamados a dinamizar, e ele, como manda a regra, poder estar no que faz e fazer o que deve. Lá dizia São Josemaria Escrivá: "Amar a Deus e não venerar o sacerdote....não é possível".  Por muitos anos mais, também para D.Joaquim Gonçalves 

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publicado às 22:56


amor às nossas origens

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 30.03.10

Igreja Paroquial de São Pedro de Vilar de Ferreiros

          Como é tradição mais uma vez, em Domingo de Ramos, se realizou a festa do Sagrado Coração de Jesus na freguesia de São Pedro de Vilar de Ferreiros.  Precedida de uma semana de preparação com "práticas" a cargo  do franciscano Padre Lima, e a meio, na 5ª-feira, dia 25, com uma jornada consagrada ao sacramento de "Reconciliação" em que intervieram todos os sacerdotes do Arciprestado do Baixo-Tâmega, este ano a festa sem o acostumado leilão de oferendas constou de Missa Solene às 11h30 seguida de procissão à volta de Vilar: Igreja, Cima de Vila, Souto, Escorido, Cancela, Borba, Bairro de Além e Igreja. Presidiu o Sr. Padre Lima, enquanto que o pároco, Sr. Padre Correia Guedes foi celebrar ao Bilhó, paróquia que também lhe está confiada.

          Que a tradição festiva se mantenha e a devoção ao Sagrado Coração de Jesus nunca esmoreça no coração dos meus conterrâneos, em sinal de fé e amor às nossas origens. 

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publicado às 00:44


São José do Fojo

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 20.03.10

          Como vem sendo tradição, a paróquia de São Pedro de Vilar de Ferreiros não deixa passar despercebido o Dia do Pai, que na capelinha do Fojo com mais ou menos animação a 19 de Março ou à volta dessa data, anualmente festeja. Este ano a celebração constou apenas de uma Missa que teve lugar às 17h00 e juntou ali um número considerável de fieis vindos das diversas aldeias da freguesia de Vilar de Ferreiros e do Bilhó, paróquia que também tem por  pároco o mesmo Sr. Padre Correia Guedes.

          Este é o segundo ano após os larápios terem assaltado a capela e roubado a imagem correspondente à inauguração do templo, e que até ao momento ainda não foi encontrada, nem os assaltantes descobertos. Já era tempo da investigação mostrar serviço pois que os amigos do  alheio continuam sem entraves a fazer das suas e com todo o à vontade. Depois de São José do Fojo, agora voltaram-se de novo para Nossa Senhora da Graça, onde ultimamente já por mais que uma vez deixaram rasto... Não há autoridades no concelho, com capacidade para investigar? Chamem a PJ e apertem as orelhas aos suspeitos, se os houver. Caso contrário, não falta quem dirá: são tão bons como eles...

 

         Fica o recado, e entretanto com a ajuda de "Falar Com Deus", de F.Fernández Carvajal, deixo este excerto à volta de São José : " A Quaresma interrompe-se, de certo modo, para celebrar a solenidade de São José, esposo de Maria. Esta festa, que já existia em numerosos lugares, fixou-se nesta data durante o século XV, e em 1621 estendeu-se a toda a Igreja universal como dia de preceito. Em 1847, o Papa Pio IX nomeou São José Padroeiro da Igreja universal. A paternidade de são José não diz respeito somente a Jesus - junto de quem fez as vezes de pai -, mas à própria Igreja, que continua na terra a missão salvífica de Cristo. Assim o reconheceu o Papa João XXIII ao incluir o seu nome no Cânon Romano, para que todos os cristãos, no momento em que Cristo se faz presente no altar, venerem a memoria daquele que gozou da presença física do Senhor na terra". Eu, como José, tenho-o sempre bem perto de mim,  e moldado pela mão do meu saudoso homónimo José Franco.  Não fora Ele o patrono dos Josés de Portugal! 

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publicado às 21:53


meus homónimos

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 15.03.09

 

          Como já vem sendo tradição, para festejar o "DIA do PAI ", os "Josés" de Vilar de Ferreiros e demais freguesias vizinhas reúnem-se anualmente no dia 19 de Março à volta de uma celebração Eucarística que tem lugar na capela do Fojo e cujo patrono é São José.  

          Como a seu tempo foi divulgado ainda não há muito este templo foi profanado por ladrões sem qualquer tipo de escrúpulos que entre outros danos roubaram a imagem do Santo Patriarca a quem Deus confiou a protecção de seu Filho Unigénito.

          Dado que até ao momento ainda não foram encontrados nem os larápios, nem o produto roubado, o remédio foi mandar fazer uma réplica da imagem que por volta das 14h00 do dia 19, 5ª-feira, em cortejo automóvel sairá de Vilar, por Vilarinho e Bilhó até ao Fojo, onde às 15h00, o Sr. Padre Correia Guedes  celebrará a santa Missa. Parabéns a todos os Josés, meus homónimos.

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também já cá cantam!

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 18.02.09

 

        Esta é a caricatura de um dos maiores jornalistas, poetas e escritores transmontanos, bem conhecido no meio literario nacinal graças à sua funcunda actividade editoriial, como se pode constatar ao ler os muitos jornais em que o nosso Barroso da Fonte é colaborador assiduo. É um daqueles transmontanos por quem tenho uma particular admiração, pese não o conhecer pessoalmente, admiração que já vem do tempo em que ele muito ligado ao Noticias de Chaves certamente ainda fez o favor de me aceitar alguns arrazoados que ao tempo ali me publicaram.  Não sei, nem ele certamente. O que por certo se lembra, e eu também, é que com todo o destaque me incluiu  num dos volumes do Dicionário dos mais ILustres Transmontanos e Alto Durienses. Aqui, lá terei de dizer como o outro: "Tonho sim, Fonseca, não, Valente, como qualquer um" .

          Mas para quê todo este rodeio se o que pretendo é apenas lembrar que amanhã dia 19 de Fevereiro faz 70 anos que no lugar de Codeçoso, freguesia de Meixedo, concelho de Montalegre, nasceu João Barroso da  Fonte, aquele Barroso da Fonte que aos 15 anos se iniciou nas lides jornalisticas, sendo mais tarde correspondente do Diário de Noticias, Diário Popular, Diário do Norte e Primeiro de Janeiro.  

          Licenciado pela UIniversidade Católica e Mestrado em Filosofia em Portugal e Cultura Portugusa pela Universidade do Minho, o Dr Barroso da Fonte é também um daqueles transmontanos que sendo honrados, honram as terras que pisam e servem. Que o digam a cidade e o laborioso povo de Guimarães, onde Barroso da Fonte tem desempenhado papel importante quer no campo cultural quer até no político, neste, entre outros cargos, como deputado municipal desde 12 de Janeiro de 1990.

          Como eu defensor acerrimo das Fisgas de Ermelo e certamente de toda uma  região de Basto sem barragens no Tâmega, aqui lhe deixo em post os votos de muitas felicidades  e que esses 70 sejam bem festejados e sirvam de rampa para muitos anos mais. Os meus também já cá cantam!

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publicado às 00:14


não à barragem de Fridão

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 16.02.09

 

O Tâmega, em R. de Pena

          Fui ao blog "Serra e Sonho" da ribeira-penense Maria Elísia Ramos pescar esta bela imagem do Rio Sagrado, e colocá-la no cardápio Vilar de Ferreiros para ser apreciada pelos amigos do Tâmega e da riqueza paisagística que o envolve e consequentemente respeita a toda a região de Basto.

          Com a mesma  ameaça feita ao rio Ôlo, de que a sua beleza paisagística corre o risco de ser destruída pelo capricho e arrogância de governantes armados em progressistas, sujeito à morte, o Tâmega que nasce  no Maciço Central galego, perto de Albergaria ( Vilar de Bárrio/ Laza) , entra em  Portugal pela fronteira de Chaves, e desagua no rio Douro, em Entre-os-Rios. Aqui, com a barragem do Torrão, se fez o primeiro atentado ao rio, o que levou que por ocasião da catástrofe da ponte muitos  atribuíssem o desastre às descargas dessa barragem.

         Podia fazer como a maioria dos meus conterrâneos: se concordam, nem precisam de dizer, pois quem maneja os cordelinhos já conta com eles; se discordam,  vale o mesmo  porque não têm opinião nem voto. E como sempre nestes complos a cobardia favorece os piores...

          Já vi, em comentário deixado num dos meus blogs, que o rio Ôlo desta vez fica livre de perigo... Uma boa forma de levar o Zé é esta : dar um chouriço para receber um porco. Neste caso, cederam nas Fisgas... para avançar no Fridão.... Artes desta cambada que travou a barragem de Foz Coa, e agora já o rio Sabor, a dois passos dali, pode ser albufeira na região vinhateira do Alto Douro. Acabaram-se as gravuras.

          Há que repensar a sério. Sabemos que no caso do Fridão só Amarante se mantem em luta e preocupado com a construção, e razão tem, além do impacto ambiental, em  caso de acidente "atendendo à  distância da edificação da barragem com mais de 110 metros de altura (a 6 km de Amarante) , uma onda de cheia mais alta do que a igreja de São Gonçalo demoraria apenas 5 minutos a chegar ao Arquinho". Mas isto ninguém vê.

          Visto o post  "quedas do cabril.." nesta altura já ir com 40 comentários expressos, entendi desviar o tema para aqui, de modo a  evitar fazer concorrência ao participado post Nelson Vilela,  e poder também prestar homenagem a um rio que tem, como eu, um Vilar por terra de origem, embora em vez "de Ferreiros" seja "de Bárrio".

         Meus caros conterrâneos, deixem-se de ilusões aproveitem as potencialidades naturais da terra e deixem-se de destruir o património paisagístico que herdamos do passado. A nossa identidade e riqueza está  na montanha e nos rios e ribeiros que a cruzam, basta só que  haja inteligência e engenho  para saber colher..., porque semeado já está...

          Lembrem-se que pelo facto de tanto Celorico, como Mondim serem menos afectados em termos de perigosidade e área ocupada que Amarante, as graves consequencias ambientais vão ser as mesmas ou piores, pois a albufeira estendesse até Cavez.

          Digam não à barragem de Fridão. 

 

O Ôlo a caminho do Tâmega, em Fridão.  

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publicado às 19:06


saber popular

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 18.01.09

Igreja de São Pedro de Vilar de Ferreiros (Mondim de Basto)

           A Igreja festeja o mártir São Sebastião a 20 de Janeiro, data do seu martírio em Roma, no ano 288. É tido como intercessor junto de Deus contra os males da guerra e da peste, por isso os oratórios em sua memória regra geral surgem à entrada ou saída das localidades que lhe têm devoção. 

          Vilar de Ferreiros, sede de uma remota freguesia a que dá o nome, não foge à regra e a dois passos da igreja paroquial, consagrada a São Pedro, tem a sua capela de São Sebastião, uma verdadeira jóia de arte que recentemente foi restaurada e merece ser visitada pelos apreciadores do património religioso.

          Mas aqui além do encanto e beleza que o interior desta  capela oferece, vale a pena  admirar o sedutor panorama que do seu pequeno adro se desfruta sobre a Ribeira Velha e a montanha em frente. E para admirar o local nada melhor que no próximo Domingo, dia 25, data da conversão de São Paulo, dado que nesse dia, Vilar de Ferreiros aproveita para também este ano festejar  São Sebastião, com Missa solene e a tradicional bênção do pão, às 11h00, na citada capelinha, seguida de procissão e depois leilão do pão benzido e doutras ofertas.

          Vão no próximo domingo, dia 25, até à aldeia de Vilar de Ferreiros à descoberta de mais saber popular.

Capela de São Sebastião, em Vilar de Ferreiros (M. de Basto) 

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publicado às 16:28


16 de Novembro de 2008 !

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 16.12.08

Escola de Vilarinho ( 1958-2008)

          Faz hoje um mês que a freguesia de Vilar de Ferreiros esteve em festa, desta vez para comemorar os 50 anos da inauguração da Escola Primária de Villarinho (actual Escola  Básica do 1º Ciclo) que ocorreu em 1958. Para assinalar o evento o lugar de Vilarinho engalanou-se e saiu a terreiro para festejar o acontecimento, convidando para isso diversas personalidades ligadas à Educação e Cultura e que duma maneira ou outra estão ou já estiveram relacionadas com esta escola da nossa freguesia. De Vila Real vieram as Professoras: Marcia Cabanelas, Mari e o professor José Manuel; de Parada de Cunhos,  a  professora  Eugénia;  de Pomarelhos, os professores Urbano e Fernando;  de Cerva, a professora Graça; de Asnela, a professora Laura, presidente do Conselho Executivo; de Mondim, além das professoras Filomena, Teresa Lousada e Soledade, também a presença do professor Alcides, residente no lugar da Cainha, como do professor Gaspar, morador em Travassos, nos honraram sobremaneira. A Câmara Municipal de Mondim de Basto fez-se representar, e bem, pelo Engº Francisco Ribeiro, do Pelouro da Cultura.

          O programa constou da celebração duma Missa Campal muito participada que teve inicio às11h00, e no fim da qual foi decerrada, no edificio  escolar,  uma placa comemorativa, com a seguinte inscrição: "50 º ANIVERSÁRIO DA ESCOLA BÁSICA DE VILARINHO - 16 de Novembro de 2008". Depois foi o almoço e a tarde festiva, onde actuaram os  grupos locais de Zés P'reiras e Rancho Folclórico, como  na Eurarístia já tinha actuado o Grupo Coral. Foi um dia a não esquecer, este 16 de Novembro de 2008 !

Missa campal, celebrada pelo pároco, Sr. Pe. Guedes

  

O presidente da Junta de Freguesia de Vilar de

Ferreiros em conversa com o vereador municipal

Francisco Ribeiro, ladeado pelo pároco  e um

membro da comissão fabriqueira da igreja de

São Pedro de Vilar de Ferreiros.

 No decorrer do animado repasto

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publicado às 21:18


Não é o nosso...

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 29.09.08

Casa do Canto, em VS, junto à Casa de Camilo

           Como paróquia só depois do século XIV é que Vilarinho de Samardã aparece. Todavia já nas Inquirições de 1220 este Vilarinho é citado em documento afecto a Santa Maria de Adoufe. É também suposto que no território desta freguesia teriam existido dois pequenos concelhos (termos) durante os séculos XII e XIV: Antela (foral de 1255) e Codeçais (foral de Setembro de 1257).

          Recorde-se que em 1530 ainda os três principais lugares que actualmente pertencem à freguesia ( Benagouro, Samardã e Vilarinho "d'Arufe") ainda estavam incluídos na freguesia de Adoufe, mas em 1721 (Relação de Vila Real e seu Termo) já Vilarinho de Samardã aparece como freguesia autónoma. Fonte: História das Freguesias do Concelho de Vila Real. de Ribeiro Aires. 

      Mas o que é que tem a ver Vilarinho de Samardã com Vilar de Ferreiros? Perguntam os meus amigos, e  eu respondo: Aqui há uns dois ou três anos atrás, um meu dilecto conterrâneo, mandou por um mensageiro, nosso comum amigo, cópia de um documento cuja origem desconheço, pedindo a minha colaboração no que respeita à identificação e localização geográfica do Vilarinho constante no documento em causa. Sucede que entretanto perdi o documento e nunca mais me lembrei de tal assunto. Há dias ao remexer nos meus arquivos tive a sorte de encontrar o dito documento, o qual  desde já aproveito para  divulgar,  informando que diz respeito a Vilarinho de Samardã. Como prova basta recordar que fica "no termo de Vilarinho que se chama Antela" e "vai pela Portela de Égua, água vertente contra Covelo". Este Covelo é um lugar que ainda hoje existe e partilha Vilarinho de Samardã (Vila Real) com Telões (Vila Pouca de Aguiar). Além disso faz  referência à "festa de São Martinho" que é o padroeiro da freguesia. E tudo isto " na Terra de Panóias".

          Temos assim que este Vilarinho em destaque, ao contrário do que alguém possa pensar nada tem a ver com a aldeia do mesmo nome existente na freguesia de Vilar de Ferreiros (Mondim de Basto). O documento a ser autêntico apenas diz respeito a Vilarinho de Samardã, o que me foi mais fácil analisar do que averiguar um pouco acerca da história da Casa do Canto, de Vilarinho de Samardã, que junto à Casa de Camilo desperta curiosidade.

Fotocópia do documento.

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publicado às 23:06


Boas férias para todos

por aquimetem, Falar disto e daquilo, em 19.07.08

Montra do Rancho Folclórico e Juvenil de Vilar de Ferreiros

          A época alta das festas e romarias está aí. Na região de Basto, a freguesia de Vilar de Ferreiros é de todas a que neste domínio dá cartas ali. É o Santo António, em Vila Chã, São João Baptista, em Covas, São Pedro, em Vilar, São Tiago, no Monte Farinha, e Nossa Senhora de  Fátima, em Vilarinho. Isto para  não falar na Ascensão do Senhor que já foi ou na Grande Peregrinação de Setembro que há-de vir. Mas além destas manifestações de impacto regional aparece pelo meio outras não menos importantes, como por exemplo  a jornada que anualmente o Rancho Folclórico e Juvenil de Vilar de Ferreiros promove no 1º domingo de Agosto.

           Este ano, em vez do acostumado festival folclórico, a festa constará de um convívio consagrado aos Emigrantes que com muito comes e bebes, o Rancho anfitrião e o Rancho Folclórico de Agunchos- Cerva (Ribeira de Pena) vão animar. Passem por lá no próximo Domingo, dia 3 de Agosto, pois além deste festivo convívio têm também a aldeia de Vilarinho em festa. São festas a mais no mesmo dia e na mesma freguesia, mas um teimoso  nunca é sozinho... Boas férias para todos...

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publicado às 23:18


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