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Homenagem ao Padre Manuel Guedes

por aquimetem, em 07.09.16

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Sempre em crescente, decorreu no ultimo domingo, o 1º de Setembro, a Grande Peregrinação a Nossa Senhora da Graça, no alto do Monte Farinha, freguesia de Vilar de Ferreiros, concelho de Mondim de Basto. Por norma tem sempre presidido o bispo diocesano, e D. Amândio Tomás respeita e mantém a tradição que o seu antecessor D. Joaquim Gonçalves levou muito a sério. Bem merecia ali, como agora o saudoso Padre Guedes, uma lápida a recordar também a dedicação e empenho na valorização deste que é o mais importante santuário mariano de Trás-os- Montes. Mas é da homenagem prestada ao Padre Manuel Joaquim Correia Guedes, "o padre da Senhora da Graça" que quero fazer menção, pois trata-se de uma atitude digna de louvou e que muito honra quem teve tal iniciativa. São gestos destes que cativam a comunidade e fazem falta numa sociedade que parece indiferente ao labor dos muitos que sem se servirem serve os seus concidadãos. Soube deste evento pelo facebook em noticia muito simples e despretensiosa, mas que me mereceu profundo respeito, dada deste modo:
Homenagem ao Padre Manuel Guedes

Ontem, antes da cerimónia religiosa, a câmara municipal homenageou, através da colocação de uma placa no Santuário, o Pe Manuel Guedes, falecido no início deste ano. Um gesto de reconhecimento e gratidão pelo trabalho e dedicação deste pároco, muito estimado pelas pessoas, que ao longo de 50 anos, serviu o concelho e o Santuário da Senhora da Graça. Um momento gratificante que ficará na minha memória”. – Quando se diz a Câmara Municipal, claro que é na pessoa do seu presidente que assenta a base da iniciativa, e por isso eu louvo e partilho do espírito meritório que presidiu a esta iniciativa. Bem haja Prof. Humberto Cerqueira e seus colaboradores. Também a Junta da Freguesia de Vilar de Ferreiros devia seguir o exemplo.

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publicado às 20:47


A Grande Peregrinação de Setembro

por aquimetem, em 14.08.16

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Vem aí mais uma das grandes festividades que levam ao cimo do Monte Farinha centenas de devotos de Nossa Senhora da Graça e do Santinho, São Tiago. É a mais importante peregrinação mariana da Região de Basto, e creio de todo o norte de Portugal. Ali acorrem, no 1º Domingo de Setembro, centenas de peregrinos vindos de todos os cantos do país e até do estrangeiro, sobretudo imigrantes. Como é tradição preside o bispo diocesano, nesta ocasião o insigne transmontano D. Amândio Tomás, e o programa deste ano será preenchido assim: Às 08h00- Confissões; ás 10h00-inicio da procissão com recitação do Terço; ás 11h00- Missa Solene, presidida por D. Amândio, bispo titular de Vila Real; às 12h00-procissão de despedida com regresso da imagem ao Santuário e o adeus a Nossa Senhora. A ordem como de costume está confiada à GNR de Mondim de Basto.

 

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publicado às 17:21


Deixou rasto e odor de santo homem

por aquimetem, em 04.07.16

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Se fosse vivo, o Sr. Padre Manuel Correia Guedes, o "gigante com coração de pomba", fazia hoje. 2ª-feira, 84 anos, nasceu 04/07/1932, em Torgueda (Vila Real) e faleceu, este ano, em Vilar de Ferreiros (Mondim de Basto) no dia 03 de Janeiro.
Foi durante meio século abade desta paróquia de São Pedro e deixou obra notável sobretudo no Santuário de Nossa Senhora da Graça (Monte Farinha), que serviu na qualidade de pároco de Vilar de Ferreiros e devoto apaixonado de Nossa Senhora. Pela obra que foi desenvolvendo aos longo dos anos e sempre em crescente, mereceu dos muitos peregrinos e romeiros o cognome de “O Padre da Senhora da Graça”. Homem bom e generoso que morreu ao serviço da Igreja e das almas, sempre, na condição de sacerdote, no concelho de Mondim. Deixou rasto e odor de santo homem. Morreu a rezar o terço.

 

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publicado às 10:39


0ssos de um insigne vila-condense

por aquimetem, em 07.02.16

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Há quatro anos, em 2012, a propósito deste saudoso e ilustre amigo, escrevi: "Faz amanhã um ano, 8 de Fevereiro, que faleceu em Lisboa, onde residia, o Dr. Primo Casal Pelayo, que foi professor, director e proprietário do Externato Latino Coelho, na freguesia de Santa Maria de Belém. Natural de Fajozes, Vila do Conde, foi no colégio de São José, da família Pelayo, que iniciou a sua notável carreira de formador e educador de várias gerações que ainda hoje recordam com saudade o Colégio dos Pelayos, da rainha do Ave". Em Lisboa muitos foram, e são, também, os que ficaram gratos ao Dr. Primo Pelayo e ao colégio de que foi dono, gestor e professor exímio, na rua da Junqueira.

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Sempre que posso costumo visitar a campa onde, no cemitério de Benfica, repousam os seus restos mortais; mormente na data do falecimento. Este ano faz cinco anos que deixou o mundo dos vivos; as autarquias que até com os mortos fazem dinheiro, não sei o que a de Lisboa vai fazer da sua ossada. Que ao menos avise os familiares ou a Junta de Freguesia de Fajozes, antes de atirar com ela para a bala comum. São ossos de um insigne vila-condense, e autor da Ermida do Monte Farinha, a quem também muito deve Mondim de Basto.

 

 

 

 

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publicado às 17:30


Um 04 de Julho para repetir

por aquimetem, em 01.07.15

 

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Pároco de Vilar de Ferreiros até 04 de Outubro de 2013, o Sr. Padre Manuel Joaquim Correia Guedes serviu esta paróquia, como abade, mais de 50 anos, e continua a servir como auxiliar do pároco actual.

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Natural de Torgueda (Vila Real), onde nasceu a 04 de Julho de 1932, o Sr. Padre Guedes logo após a sua ordenação sacerdotal, em 21 de Setembro de 1957, foi paroquiar Pardelhas e Campanhó até 1960; para a 12 de Janeiro de 1961 ser colocado em Vilar de Ferreiros, onde deixou uma obra notável, patente na defesa dos direitos da paróquia no Santuário de Nossa Senhora da Graça (Monte Farinha) e no zeloso cumprimento do seu múnus sacerdotal e paroquial. Com 58 anos de sacerdócio vividos e postos ao serviço do concelho de Mondim de Basto, como pároco e agora capelão do Lar da Misericórdia, o abade Guedes é por direito não filho adoptivo, mas um mondinense de corpo e alma. Pelo seu aniversário natalício, os meus parabéns e votos de um 04 de Julho para repetir.

 

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publicado às 21:39


Alegres e felizes

por aquimetem, em 14.06.15

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O padroeiro da aldeia de Vilarinho (Vilar de Ferreiros) é Santo António. Entretanto os vilarinhenses têm se esquecido dele na peanha da capela sempre que chega o dia da sua festa litúrgica, 13 de Junho.

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Este ano o Sr. Padre João Paulo entendeu e bem propor que o Santo fosse festejado e toda a comunidade local e paroquial aceitou de bom grado a ideia. Sendo padroeiro, com Santa Bárbara, não me recordo que este santo popular, ali fosse alguma vez festejado com aqueles atributos folclóricos com que por esse Portugal fora é honrado. Foi este ano com Missa Solene às 17h00 seguida de procissão.

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Por isso fiquei contente quando soube da iniciativa e vi a imagem do Sagrado Coração de Jesus sair da igreja paroquial para se integrar na procissão que decorreu na tarde de sábado (dia 13). Quem parece que não gostou da festança foi São Pedro, pois quando viu o cortejo a meio do caminho, vai de abrir as torneiras e a ninguém poupou. Até o Sr. presidente da Câmara, Eng. Humberto Cerqueira, teve que vir mudar de roupa a Mondim, se quis depois à noite jantar, com o corpo enxuto, no salão de Vilarinho. Festa molhada, festa animada.

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 Parabéns aos promotores e colaboradores, pois Santo António merecia esta atenção por parte dos vilarinhenses. Que seja para continuar e sempre com a mesma animação deste ano. União e colaboração mutua é o que se precisa para manter fortes os laços de amizade, que nos fazem alegres e felizes.

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publicado às 21:23


Um amigo da nossa terra

por aquimetem, em 01.06.15

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Se fosse vivo fazia no próximo dia 05 de Junho 94 anos que nasceu em Fajozes, Vila do Conde, um dos grandes beneméritos do Santuário de Nossa Senhora da Graça, o Dr. Primo Casal Pelayo. “Figura generosa e despida de, mormente ao concelho de Mondim, uma vez que revelou fontes e documentos históricos que até aí eram desconhecidos de todos os estudiosos locais”. Conheci-o nos princípios da década de sessenta e tive a felicidade de o ter vaidades humanas, o Dr. Primo Pelayo ao empenhar-se pela defesa dos direitos  históricos e jurídicos de Vilar de Ferreiros ao Santuário de NS  da Graça, acabou por prestar também um importantíssimo serviço a toda a região de Bastopor grande amigo e mestre no relacionamento com a História, nossa e universal. Homem de uma só palavra, e de um sim, sim, e de um não, não. O que fez dele uma figura muito típica e admirada.

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Como jurista, como professor e como historiador, Primo Pelayo fica na historia da região de Basto por trabalhos soltos, mas sobretudo pela sua obra A Ermida do Monte Farinha, assim como na de Vila do Conde pela monografia de Fajozes. Mas de forma muito sentida fica eternamente na memória dos alunos de que foi formador no Colégio de São José, de Vila do Conde, e no Externato Latino Coelho, em Lisboa, de que foi director e proprietário. Neste capitulo recordo a generosidade com que nos finais da sua vida terrena um desses seus discípulos lhe prestou o apoio de que carecia para acabar com dignidade a sua peregrinação por este vale de lágrimas. A minha homenagem também ao José Godinho e sua dilecta esposa. Este mundo está cheio de gente boa e de nobres corações.

 

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publicado às 15:49


Os meus parabéns

por aquimetem, em 23.08.14

          Pessoa amiga fez-me chegar à mão uma brochura que recentemente um Zé, como eu, editou, e que com agrado li. Um Zé, como eu, e como eu nascido também no mesmo ano;  e ambos  com  Nossa Senhora da Graça por nossa protectora. Mondinense amigo da terra e de divulgar o que de bom ela tem para dar a conhecer, neste seu trabalho, José Teixeira da Silva foi-se às memórias e arquivos que tratam daquilo que conhece e é sabedor e vai de trazer à baila a filarmónica em que serviu como artista e dirigente. Brochura interessante, onde o resumido historial da saudosa Banda Marcial de Mondim de Basto é feito com muita dedicação e bairrismo por este mondinense, como eu, ferrenho defensor desta parcela de terra transmontana que tem no Monte Farinha, no rio Tâmega e nas Fisgas de Ermelo, os pontos mais notáveis a realçar. Nas suas oitenta e seis (86) páginas o Teixeira da Silva leva-nos pela descrição ainda que aligeirada até às supostas origens duma associação musical que deu fama a Mondim de Basto e se diz remontar a 1710.

           Desde um Abade Fraga, dessa época, que cita a Banda Filarmónica Mondinense, até um Mário Reis que em 1984 assistiu à ultima agonia desta escola de formação musical, cultural, artística e social fica um esboço feito.  Do todo, como se desenrolou esse historial, dá conta o autor, citando figuras que à filarmónica mondinense deram labor e prestigio, como: Pe. João Ramos, Bernardo Alves Machado, Francisco Ramos, de Paradança, José Maria Borges, Francisco Magalhães, António Joaquim dos Reis, Mário Augusto Borges dos Reis, o autor da brochura, José Teixeira da Silva, e o Alcino Teixeira Taipa, que muito bem conheci, na sua casa do Souto-Vilar de Ferreiros, e tive por amigo na minha infância. Recordo que foi também algumas vezes elo confidente de ligação entre mim e meu progenitor, quando se encontravam nas romarias e festas de Vila Real, ele como elemento da banda musical, e meu pai na manutenção da ordem. Gostei do livro que se fosse enriquecido com dados biográficos mais completos, a exemplo da pág. 83, e não valorizasse tanto, o que, sem provas documentais, certos historiadores da nossa praça propagam sem critério, não perdia nada. Mas nem por isso deixa de ser um trabalho curioso e merecedor do louvor de todos os mondinenses. Os meus parabéns.

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publicado às 19:17


Monte Farinha

por aquimetem, em 29.06.14

 Já vi que a festa do padroeiro da minha terra foi muito participada e com as forças vivas, na pessoa do Sr. Presidente da Câmara, a mostrar o seu empenho e zelo por tudo quanto seja  manter e dar vivacidade aos ancestrais usos e costumes das nossas aldeias. Se todos sabemos, nem todos tem sabido cuidar com esmero o património cultural que nos legaram as gerações que nos antecederam e são testemunho duma civilização com raízes num passado remoto

         Como São Pedro, também São Paulo é neste dia liturgicamente celebrado, e ambos, em Roma, conheceram o martírio por amor a Jesus Cristo e à Sua Igreja.

          E se hoje em Vilar de Ferreiros só na eucaristia se invoca o nome do Apostolo dos Gentios vale recordar que também na área territorial desta freguesia, São Paulo já teve capela, e disso ficou registo, na plaina de São Paulo que não ainda há muitos anos vi in loco restos desse imóvel.

          Fisicamente longe da terra-berço, mas espiritualmente agrafado a ela, acompanhei mentalmente os "passos" festivos que lá ocorreram hoje, e após a missa dominical na igreja de São Lourenço de Carnide (Lisboa), fui tomar um cafezinho ao Largo do Coreto, onde neste mês de Junho houve festa rija, em honra de Santo António, São João e São Pedro. E fiquei a pensar cá comigo: será que no meio de tanto bailarico nos esquecemos de que São João, São Paulo e São Pedro sofreram o martírio em defesa da nossa fé?  Mas haja alegria porque um santo triste é um triste santo. Foi-se o mês dos santos populares, mas o Julho promete com Santiago na maior. Outro momento alto, em Vilar de Ferreiros, mas então no Monte Farinha. 

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publicado às 15:45


In Tempo Caminhado

por aquimetem, em 24.06.14

 Os amigos dos meus amigos meus amigos são, para disso dar testemunho e por constar no texto o nome do responsável por este blog, transcrevo de:

 

"Tempo Caminhado

 

segunda-feira, 23 de Junho de 2014

 

 

Barroso da Fonte - José A. Costa Pereira: um Mondinense de fibra

 

 

                    Barroso da Fonte

Há três semanas trouxe a esta tribuna a memória de um octogenário de Bobal, concelho de Mondim de Basto: Joaquim de Carvalho. Essa leitura foi aplaudida por diversos leitores. Voz sensata e atenta, fez-me chegar de um outro Mondinense o retrato do seu apego à mesma região. Chama-se José Augusto Costa Pereira. É um ferrenho regionalista amigo da sua terra e da região que defende e divulga com fervor, há mais de meio século, ora na comunicação social, ora nos ambientes que frequenta desde que se proporcione falar de terras e de gentes do norte. Amigo de viajar, tem pela vertente histórica e biográfica uma especial atracção de que resulta fazer dessas viagens, a radiografia monográfica dos sítios por onde passa. Assim aconteceu com visitas que já fez aos Açores, Madeira, Angola, Moçambique, França, Itália, Jerusalém e outros lugares que descreveu em páginas de jornal e, mais recentemente, após a aposentação, usando da tecnologia virtual em blogs do Sapo que, subordinados ao titulo aquimetem, ele alimenta, e verte também em páginas semelhantes, como: Tempo Caminhado, NetBila, quando não no jornal O Povo de Basto e A Voz de Trás-os-Montes que são, ultimamente, os jornais onde com mais assiduidade colabora. Fiel aos apelos paternais, deixou a “bacia de prata formada pelo Marão»para do outro lado da serra aprender a profissão que, por respeito a quem lhe facilitou a aprendizagem, nunca trocou por outra. Muito jovem, inicia a sua caminhada e, a pulso, alcança, feliz, a confortável situação de todo aquele cidadão que vê cumprida a tarefa de fazer um filho, escrever um livro e plantar uma árvore.

Após trabalhar em diversas terras nortenhas, nos finais de 1962 este trasmontano de Basto chega a Lisboa, agora definitivamente, disposto a trocar a magia do Tâmega e do Rio Cabril pela opulência de um Tejo quase a entrar na foz. Levou como ferramenta e carta de apresentação, a arte de barbeiro, a de iniciado no ilusionismo e, ainda, a de publicista regional. Essa trilogia fez com que viesse a ser conhecido no bairro de  Santa Maria de Belém pelo mestre dos três ofícios: barbeiro, jornalista e ilusionista.

Nestes ofícios se consagrou, conquistando amizades nos mais diversos sectores da sociedade; conheceu terras, onde trabalhou, actuou em salões e palcos prestigiados, como: Coliseu dos Recreios, Casino Estoril e da Figueira da Foz, Club os Fenianos do Porto, Teatro São Luiz. Colaborou em muitos órgãos de informação. A par disso também nos meios recreativos e associativos a que esteve ligado se distinguiu quer como membro directivo, quer como promotor de festas e de convívios regionais.

Não é exagero dizer que se trata de um dos mais destacados e dinâmicos divulgadores do concelho de Mondim, que se notabilizou e ficou conhecido em toda a região de Basto, quando, na década de 60, ferido no seu amor à terra-berço, por três artigos publicados no diário A Voz, de Lisboa, nos números 5, 9 e 12 de Setembro de 1965, vem a terreiro rebater, no Noticias de Basto, a tese do seu autor. Ao mesmo tempo que arranja modo de conquistar a generosidade de um jurista seu amigo, Dr. Primo Casal Pelayo, que pôs os pontos nos “ii” e, clarificada a situação, o Santuário de Nossa Senhora da Graça é por justiça confiado em definitivo a São Pedro de Vilar de Ferreiros.

Cristão convicto, com particular devoção a São José Maria Escrivá; cultor de amigos e amizades, que tem em todas classes sociais; jamais se serviu delas em proveito próprio, até mesmo nos jornais nunca escreveu para agradar aos amigos, mas sim para dizer o que a sua consciência lhe dita.

Além de colaborador da Imprensa, com mais de meio século de tarimba, Costa Pereira é autor de “As Ferrarias entre Tâmega e Douro” (esgotado), “Vilar de Ferreiros –Na História, no Espaço e na Etnografia” (esgotado) e, recentemente, em Fevereiro de 2014, com a chancela da Chiado Editora, publicou “Nossa Senhora da Graça – Na Fé dos Mareantes”, onde constam todas as paróquias desde o Minho aos Açores, consagradas a Nossa Senhora da Graça. E à Graça devo esta biografia a cheirar às nossas raízes transmontanas.

Barroso da Fonte

Publicada por Armando Palavras  "

 

 

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publicado às 14:00


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