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Recepção ao novo pároco

por aquimetem, em 06.10.13

  

 

           No sábado, dia 5, tomou posse como pároco de Vilar de Ferreiros o Rdo. Sr. Padre João Paulo Castanheira Pinto, que veio substituir o Sr. Abade Manuel Joaquim Correia Guedes, que desta paróquia foi zeloso pároco durante mais de meio século.

           Á posse presidiu, e conferiu, o amado bispo diocesano, D. Amândio Tomás com a presença de todos os párocos do Arciprestado do Baixo Tâmega, cujo arcipreste é o pároco de Ribeira de Pena. Ordenado presbítero em Julho do ano em curso, o Padre Castanheira Pinto vem desempenhar as mesmas funções paroquiais do seu antecessor, acrescidas com mais as de pároco de Ermelo e Pardelhas cuja posse já se deu a 14 e 15 de Setembro respectivamente.

         Para este 5 de Outubro, ficou reservada a tomada de posse das paróquias  que, até ali, ao Sr. Padre Guedes estiveram confiadas: São Pedro de Vilar de Ferreiros, com o seu Santuário de Nossa Senhora da Graça; e São Salvador do Bilhó,  posse que ocorreu às 16:00h, no Bilhó; e às 18:00h, em Vilar de Ferreiros. Ainda que dispensado da responsabilidade paroquial, o abade Correia Guedes continua a habitar a Residência Paroquial de Vilar de Ferreiros e com o encargo de auxiliar os párocos do Arciprestado, em especial o novo pároco, Sr. Padre João Castanheira, a quem de modo muito particular aqui saudamos e desejamos as maiores venturas no seu trabalho sacerdotal. Tem no Sr, Padre Guedes um bom modelo, reconhecido por mais de duas gerações de conterrâneos meus!

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publicado às 17:05


Passado histórico

por aquimetem, em 21.03.13

 

           Ao mexer numa das gavetas onde arrecado papeis que conservo e acabo por nunca mais saber deles, calhei de encontrar dentro de um velho invólucro o  recorte - e não me lembro porquê, assim já recortado - de um artigo que há 35 anos publiquei no conceituado Noticias de Chaves. Vale dizer que serve como marco demonstrativo das carências sociais que, ao tempo, Vilar de Ferreiros sentia e só a partir dali algumas foram sendo atenuadas: estrada, luz, água potável e o mais que uma população laboriosa  tem procurado conquistar. Hoje até o "CF"(caminho florestal)que o mapa, acima, mostra a ligar a estrada da Sª.da Graça à Cainha é uma estrada, que evita a quem desce de Vilar ter que ir a Mondim para subir ao Monte Farinha, ou para os lados de Atei. Tudo mudou para melhor, por isso aproveito para  convidar os meus conterrâneos mais jovens a conhecer o passado da nossa terra, não à luz da candeia, mas  à luz do seu passado histórico.

  

 

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publicado às 21:15


Vilar de Ferreiros

por aquimetem, em 19.12.12

 

           Da enciclopédia livre que dá pela designação de Wikipédia  e pode ser consultada em on-line dei conta de mais uma daquelas calinadas enciclopédicas que me fazem duvidar de tudo quanto é informação recolhida em fontes desta natureza. Na sua rubrica Vilar de Ferreiros, consta: "Vilar de Ferreiros é uma freguesia do concelho de Mondim de Basto, com 16,15 km² de área e 1 136 habitantes (2011). Densidade: 70,3 hab/km². A freguesia de Vilar de Ferreiros é constituída pelas aldeias de Vilarinho, Vilar de Ferreiros, Pedreira, Vila Chã e Covas, decrescentemente. A Junta de Freguesia é actualmente presidida pelo Sr. José Pinto Queirós". Claro que juridicamente não tem a menor importância o constar ou não na dita enciclopédia o  que na realidade a freguesia de Vilar de Ferreiros pesa em termos de história, espaço e etnografia, mas que me desagradou ver ignoradas duas importantes aldeias da freguesia que são Campos(parte) e Cainha, ai isso sim!E em face disso  aqui me têm os responsaveis por tão grave omissão a denunciar a falta de rigor histórico que neste género de trabalhos de consulta não se deve admitir. Para ignorância bem basta a que reina na comunidade ....

         Não é meu objectivo neste post acusar de negligencia quem está à frente dos destinos da autarquia, embora desde que me manifestei defensor acérrimo do meu torrão natal  nem sempre os autarcas eleitos me tenham merecido a confiança desejada no que respeita a defenderem os direitos históricos e patrimoniais da minha terra berço.Uma consulta atenta a este blog põe a nu o porquê da minha desconfiança. A foto mostra em primeiro plano a aldeia de Vilar de Ferreiros (sede) e mais além a Pedreira que com toda a mancha mais escura do florestado Toumilo e Fojo fazem parte da remota freguesia de São Pedro de Vilar de Ferreiros. E das minhas atitudes por vezes  duras para com alguns dos autarcas da freguesia e até do concelho, hoje se motivos houvessem para os combater teria que ser bem mais agressivo já que se confirma o adágio: atrás de mim virá quem de mim melhor fará.

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publicado às 14:18


São José do Fojo

por aquimetem, em 20.03.10

          Como vem sendo tradição, a paróquia de São Pedro de Vilar de Ferreiros não deixa passar despercebido o Dia do Pai, que na capelinha do Fojo com mais ou menos animação a 19 de Março ou à volta dessa data, anualmente festeja. Este ano a celebração constou apenas de uma Missa que teve lugar às 17h00 e juntou ali um número considerável de fieis vindos das diversas aldeias da freguesia de Vilar de Ferreiros e do Bilhó, paróquia que também tem por  pároco o mesmo Sr. Padre Correia Guedes.

          Este é o segundo ano após os larápios terem assaltado a capela e roubado a imagem correspondente à inauguração do templo, e que até ao momento ainda não foi encontrada, nem os assaltantes descobertos. Já era tempo da investigação mostrar serviço pois que os amigos do  alheio continuam sem entraves a fazer das suas e com todo o à vontade. Depois de São José do Fojo, agora voltaram-se de novo para Nossa Senhora da Graça, onde ultimamente já por mais que uma vez deixaram rasto... Não há autoridades no concelho, com capacidade para investigar? Chamem a PJ e apertem as orelhas aos suspeitos, se os houver. Caso contrário, não falta quem dirá: são tão bons como eles...

 

         Fica o recado, e entretanto com a ajuda de "Falar Com Deus", de F.Fernández Carvajal, deixo este excerto à volta de São José : " A Quaresma interrompe-se, de certo modo, para celebrar a solenidade de São José, esposo de Maria. Esta festa, que já existia em numerosos lugares, fixou-se nesta data durante o século XV, e em 1621 estendeu-se a toda a Igreja universal como dia de preceito. Em 1847, o Papa Pio IX nomeou São José Padroeiro da Igreja universal. A paternidade de são José não diz respeito somente a Jesus - junto de quem fez as vezes de pai -, mas à própria Igreja, que continua na terra a missão salvífica de Cristo. Assim o reconheceu o Papa João XXIII ao incluir o seu nome no Cânon Romano, para que todos os cristãos, no momento em que Cristo se faz presente no altar, venerem a memoria daquele que gozou da presença física do Senhor na terra". Eu, como José, tenho-o sempre bem perto de mim,  e moldado pela mão do meu saudoso homónimo José Franco.  Não fora Ele o patrono dos Josés de Portugal! 

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publicado às 21:53


festa em Janeiro

por aquimetem, em 03.02.10

 

                    No passado dia 24 de Janeiro Vilar de Ferreiros esteve em festa, festa que a pesar de pouco divulgada juntou muita gente, pois tratasse de um evento já com tradição ali à volta do dia de São Sebastião, 20 de Janeiro. Porque este ano a data litúrgica calhou à 4ª-feira  foi a festa como se disse festejada no domingo seguinte, dia 24.

          Com missa às 09h30 na maravilhosa capela de São Sebastião,  presidida pelo Sr. Padre Lima, no decorrer da qual se procedeu à tradicional bênção do pão, seguiu-se, após o acto eucarístico, a procissão com a imagem do santo até à igreja paroquial, onde no adro se realizou o participado e muito "picado" leilão com ofertas feitas pelos diversos lugares da paróquia de São Pedro de Vilar de Ferreiros

          Aqui um  grupo de "homens de amanhã" que em representação do  lugar da Cainha perfilaram frente à objectiva, deixam ver, como pano de fundo, entre o mais, os cestos com toalhas de linho, onde foi transportado o pão para benzer e outras ofertas com que anualmente a paroquia de São Pedro de Vilar de Ferreiros honra São Sebastião por  ocasião da sua festa em  Janeiro.

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publicado às 15:47


meus homónimos

por aquimetem, em 15.03.09

 

          Como já vem sendo tradição, para festejar o "DIA do PAI ", os "Josés" de Vilar de Ferreiros e demais freguesias vizinhas reúnem-se anualmente no dia 19 de Março à volta de uma celebração Eucarística que tem lugar na capela do Fojo e cujo patrono é São José.  

          Como a seu tempo foi divulgado ainda não há muito este templo foi profanado por ladrões sem qualquer tipo de escrúpulos que entre outros danos roubaram a imagem do Santo Patriarca a quem Deus confiou a protecção de seu Filho Unigénito.

          Dado que até ao momento ainda não foram encontrados nem os larápios, nem o produto roubado, o remédio foi mandar fazer uma réplica da imagem que por volta das 14h00 do dia 19, 5ª-feira, em cortejo automóvel sairá de Vilar, por Vilarinho e Bilhó até ao Fojo, onde às 15h00, o Sr. Padre Correia Guedes  celebrará a santa Missa. Parabéns a todos os Josés, meus homónimos.

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publicado às 00:00


também já cá cantam!

por aquimetem, em 18.02.09

 

        Esta é a caricatura de um dos maiores jornalistas, poetas e escritores transmontanos, bem conhecido no meio literario nacinal graças à sua funcunda actividade editoriial, como se pode constatar ao ler os muitos jornais em que o nosso Barroso da Fonte é colaborador assiduo. É um daqueles transmontanos por quem tenho uma particular admiração, pese não o conhecer pessoalmente, admiração que já vem do tempo em que ele muito ligado ao Noticias de Chaves certamente ainda fez o favor de me aceitar alguns arrazoados que ao tempo ali me publicaram.  Não sei, nem ele certamente. O que por certo se lembra, e eu também, é que com todo o destaque me incluiu  num dos volumes do Dicionário dos mais ILustres Transmontanos e Alto Durienses. Aqui, lá terei de dizer como o outro: "Tonho sim, Fonseca, não, Valente, como qualquer um" .

          Mas para quê todo este rodeio se o que pretendo é apenas lembrar que amanhã dia 19 de Fevereiro faz 70 anos que no lugar de Codeçoso, freguesia de Meixedo, concelho de Montalegre, nasceu João Barroso da  Fonte, aquele Barroso da Fonte que aos 15 anos se iniciou nas lides jornalisticas, sendo mais tarde correspondente do Diário de Noticias, Diário Popular, Diário do Norte e Primeiro de Janeiro.  

          Licenciado pela UIniversidade Católica e Mestrado em Filosofia em Portugal e Cultura Portugusa pela Universidade do Minho, o Dr Barroso da Fonte é também um daqueles transmontanos que sendo honrados, honram as terras que pisam e servem. Que o digam a cidade e o laborioso povo de Guimarães, onde Barroso da Fonte tem desempenhado papel importante quer no campo cultural quer até no político, neste, entre outros cargos, como deputado municipal desde 12 de Janeiro de 1990.

          Como eu defensor acerrimo das Fisgas de Ermelo e certamente de toda uma  região de Basto sem barragens no Tâmega, aqui lhe deixo em post os votos de muitas felicidades  e que esses 70 sejam bem festejados e sirvam de rampa para muitos anos mais. Os meus também já cá cantam!

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publicado às 00:14


não à barragem de Fridão

por aquimetem, em 16.02.09

 

O Tâmega, em R. de Pena

          Fui ao blog "Serra e Sonho" da ribeira-penense Maria Elísia Ramos pescar esta bela imagem do Rio Sagrado, e colocá-la no cardápio Vilar de Ferreiros para ser apreciada pelos amigos do Tâmega e da riqueza paisagística que o envolve e consequentemente respeita a toda a região de Basto.

          Com a mesma  ameaça feita ao rio Ôlo, de que a sua beleza paisagística corre o risco de ser destruída pelo capricho e arrogância de governantes armados em progressistas, sujeito à morte, o Tâmega que nasce  no Maciço Central galego, perto de Albergaria ( Vilar de Bárrio/ Laza) , entra em  Portugal pela fronteira de Chaves, e desagua no rio Douro, em Entre-os-Rios. Aqui, com a barragem do Torrão, se fez o primeiro atentado ao rio, o que levou que por ocasião da catástrofe da ponte muitos  atribuíssem o desastre às descargas dessa barragem.

         Podia fazer como a maioria dos meus conterrâneos: se concordam, nem precisam de dizer, pois quem maneja os cordelinhos já conta com eles; se discordam,  vale o mesmo  porque não têm opinião nem voto. E como sempre nestes complos a cobardia favorece os piores...

          Já vi, em comentário deixado num dos meus blogs, que o rio Ôlo desta vez fica livre de perigo... Uma boa forma de levar o Zé é esta : dar um chouriço para receber um porco. Neste caso, cederam nas Fisgas... para avançar no Fridão.... Artes desta cambada que travou a barragem de Foz Coa, e agora já o rio Sabor, a dois passos dali, pode ser albufeira na região vinhateira do Alto Douro. Acabaram-se as gravuras.

          Há que repensar a sério. Sabemos que no caso do Fridão só Amarante se mantem em luta e preocupado com a construção, e razão tem, além do impacto ambiental, em  caso de acidente "atendendo à  distância da edificação da barragem com mais de 110 metros de altura (a 6 km de Amarante) , uma onda de cheia mais alta do que a igreja de São Gonçalo demoraria apenas 5 minutos a chegar ao Arquinho". Mas isto ninguém vê.

          Visto o post  "quedas do cabril.." nesta altura já ir com 40 comentários expressos, entendi desviar o tema para aqui, de modo a  evitar fazer concorrência ao participado post Nelson Vilela,  e poder também prestar homenagem a um rio que tem, como eu, um Vilar por terra de origem, embora em vez "de Ferreiros" seja "de Bárrio".

         Meus caros conterrâneos, deixem-se de ilusões aproveitem as potencialidades naturais da terra e deixem-se de destruir o património paisagístico que herdamos do passado. A nossa identidade e riqueza está  na montanha e nos rios e ribeiros que a cruzam, basta só que  haja inteligência e engenho  para saber colher..., porque semeado já está...

          Lembrem-se que pelo facto de tanto Celorico, como Mondim serem menos afectados em termos de perigosidade e área ocupada que Amarante, as graves consequencias ambientais vão ser as mesmas ou piores, pois a albufeira estendesse até Cavez.

          Digam não à barragem de Fridão. 

 

O Ôlo a caminho do Tâmega, em Fridão.  

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publicado às 19:06


saber popular

por aquimetem, em 18.01.09

Igreja de São Pedro de Vilar de Ferreiros (Mondim de Basto)

           A Igreja festeja o mártir São Sebastião a 20 de Janeiro, data do seu martírio em Roma, no ano 288. É tido como intercessor junto de Deus contra os males da guerra e da peste, por isso os oratórios em sua memória regra geral surgem à entrada ou saída das localidades que lhe têm devoção. 

          Vilar de Ferreiros, sede de uma remota freguesia a que dá o nome, não foge à regra e a dois passos da igreja paroquial, consagrada a São Pedro, tem a sua capela de São Sebastião, uma verdadeira jóia de arte que recentemente foi restaurada e merece ser visitada pelos apreciadores do património religioso.

          Mas aqui além do encanto e beleza que o interior desta  capela oferece, vale a pena  admirar o sedutor panorama que do seu pequeno adro se desfruta sobre a Ribeira Velha e a montanha em frente. E para admirar o local nada melhor que no próximo Domingo, dia 25, data da conversão de São Paulo, dado que nesse dia, Vilar de Ferreiros aproveita para também este ano festejar  São Sebastião, com Missa solene e a tradicional bênção do pão, às 11h00, na citada capelinha, seguida de procissão e depois leilão do pão benzido e doutras ofertas.

          Vão no próximo domingo, dia 25, até à aldeia de Vilar de Ferreiros à descoberta de mais saber popular.

Capela de São Sebastião, em Vilar de Ferreiros (M. de Basto) 

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publicado às 16:28


moderno bebedouro...

por aquimetem, em 24.10.08

 

 

 Uma das muitas perspectivas do Monte Farinha

           A remota aldeia de Vilar de Ferreiros que dá o nome a uma das mais importantes freguesias de Mondim de Basto fica situada  numa espécie de patamar que o "Iteiro da Senhora"  - alto do Monte Farinha -  na sua  encosta sul forma naquele espaço. Povoação em franco desenvolvimento, prima em conservar parte do seu melhor património urbano, tendo o cuidado de o restaurar, mas sem alterar a traça original, como no caso do  "Palheiro da Trinta", agora transformado em casa de habitação.

 Palheiro da eira do "Trinta" e cruzeiro paroquial

          Deste imóvel, conservo viva a memória de em meados da década de 40 assistir pela primeira vez a um  filme que  um artista ambulante  fez ali rodar. Das cenas já me não lembro. Hoje recordo o facto, mas para louvar e felicitar o actual proprietário desta casa e terreno envolvente, que não conheço e creio não é natural da freguesia, porque é bem provável que o seu exemplo venha a servir  de modelo a todos os meus conterrâneos menos conscientes e se não cometam mais  atentados contra o nosso património urbanístico.   

          Vilar agradece e o mundo civilizado também! Depois há que ter em conta que o antigo Vilar de Ferreiros precisa de se alindar para com galhardia acompanhar sem complexos a evolução da arte e da técnica. Já lá vai o tempo das coberturas  a colmo, ou das estrumeiras até nos caminhos públicos. Ou do ir  à Fonte de Borba com o caneco ou a cântara buscar água, onde ao fim de séculos descobriram ser imprópria para consumo. Eu ainda não morri!

          Tudo tanto melhor para o meu amigo António Barroso que  nesse antigo trajecto e ao lado da sede da Junta de Freguesia pensou, e bem, abrir um acolhedor espaço que de certo modo recorda o caminho da fonte e serve de moderno bebedouro... 

Café da Cancela

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publicado às 12:56


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