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também já cá cantam!

por aquimetem, em 18.02.09

 

        Esta é a caricatura de um dos maiores jornalistas, poetas e escritores transmontanos, bem conhecido no meio literario nacinal graças à sua funcunda actividade editoriial, como se pode constatar ao ler os muitos jornais em que o nosso Barroso da Fonte é colaborador assiduo. É um daqueles transmontanos por quem tenho uma particular admiração, pese não o conhecer pessoalmente, admiração que já vem do tempo em que ele muito ligado ao Noticias de Chaves certamente ainda fez o favor de me aceitar alguns arrazoados que ao tempo ali me publicaram.  Não sei, nem ele certamente. O que por certo se lembra, e eu também, é que com todo o destaque me incluiu  num dos volumes do Dicionário dos mais ILustres Transmontanos e Alto Durienses. Aqui, lá terei de dizer como o outro: "Tonho sim, Fonseca, não, Valente, como qualquer um" .

          Mas para quê todo este rodeio se o que pretendo é apenas lembrar que amanhã dia 19 de Fevereiro faz 70 anos que no lugar de Codeçoso, freguesia de Meixedo, concelho de Montalegre, nasceu João Barroso da  Fonte, aquele Barroso da Fonte que aos 15 anos se iniciou nas lides jornalisticas, sendo mais tarde correspondente do Diário de Noticias, Diário Popular, Diário do Norte e Primeiro de Janeiro.  

          Licenciado pela UIniversidade Católica e Mestrado em Filosofia em Portugal e Cultura Portugusa pela Universidade do Minho, o Dr Barroso da Fonte é também um daqueles transmontanos que sendo honrados, honram as terras que pisam e servem. Que o digam a cidade e o laborioso povo de Guimarães, onde Barroso da Fonte tem desempenhado papel importante quer no campo cultural quer até no político, neste, entre outros cargos, como deputado municipal desde 12 de Janeiro de 1990.

          Como eu defensor acerrimo das Fisgas de Ermelo e certamente de toda uma  região de Basto sem barragens no Tâmega, aqui lhe deixo em post os votos de muitas felicidades  e que esses 70 sejam bem festejados e sirvam de rampa para muitos anos mais. Os meus também já cá cantam!

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publicado às 00:14


não à barragem de Fridão

por aquimetem, em 16.02.09

 

O Tâmega, em R. de Pena

          Fui ao blog "Serra e Sonho" da ribeira-penense Maria Elísia Ramos pescar esta bela imagem do Rio Sagrado, e colocá-la no cardápio Vilar de Ferreiros para ser apreciada pelos amigos do Tâmega e da riqueza paisagística que o envolve e consequentemente respeita a toda a região de Basto.

          Com a mesma  ameaça feita ao rio Ôlo, de que a sua beleza paisagística corre o risco de ser destruída pelo capricho e arrogância de governantes armados em progressistas, sujeito à morte, o Tâmega que nasce  no Maciço Central galego, perto de Albergaria ( Vilar de Bárrio/ Laza) , entra em  Portugal pela fronteira de Chaves, e desagua no rio Douro, em Entre-os-Rios. Aqui, com a barragem do Torrão, se fez o primeiro atentado ao rio, o que levou que por ocasião da catástrofe da ponte muitos  atribuíssem o desastre às descargas dessa barragem.

         Podia fazer como a maioria dos meus conterrâneos: se concordam, nem precisam de dizer, pois quem maneja os cordelinhos já conta com eles; se discordam,  vale o mesmo  porque não têm opinião nem voto. E como sempre nestes complos a cobardia favorece os piores...

          Já vi, em comentário deixado num dos meus blogs, que o rio Ôlo desta vez fica livre de perigo... Uma boa forma de levar o Zé é esta : dar um chouriço para receber um porco. Neste caso, cederam nas Fisgas... para avançar no Fridão.... Artes desta cambada que travou a barragem de Foz Coa, e agora já o rio Sabor, a dois passos dali, pode ser albufeira na região vinhateira do Alto Douro. Acabaram-se as gravuras.

          Há que repensar a sério. Sabemos que no caso do Fridão só Amarante se mantem em luta e preocupado com a construção, e razão tem, além do impacto ambiental, em  caso de acidente "atendendo à  distância da edificação da barragem com mais de 110 metros de altura (a 6 km de Amarante) , uma onda de cheia mais alta do que a igreja de São Gonçalo demoraria apenas 5 minutos a chegar ao Arquinho". Mas isto ninguém vê.

          Visto o post  "quedas do cabril.." nesta altura já ir com 40 comentários expressos, entendi desviar o tema para aqui, de modo a  evitar fazer concorrência ao participado post Nelson Vilela,  e poder também prestar homenagem a um rio que tem, como eu, um Vilar por terra de origem, embora em vez "de Ferreiros" seja "de Bárrio".

         Meus caros conterrâneos, deixem-se de ilusões aproveitem as potencialidades naturais da terra e deixem-se de destruir o património paisagístico que herdamos do passado. A nossa identidade e riqueza está  na montanha e nos rios e ribeiros que a cruzam, basta só que  haja inteligência e engenho  para saber colher..., porque semeado já está...

          Lembrem-se que pelo facto de tanto Celorico, como Mondim serem menos afectados em termos de perigosidade e área ocupada que Amarante, as graves consequencias ambientais vão ser as mesmas ou piores, pois a albufeira estendesse até Cavez.

          Digam não à barragem de Fridão. 

 

O Ôlo a caminho do Tâmega, em Fridão.  

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publicado às 19:06


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