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O Cón. André Borges

por aquimetem, em 15.04.07

   

Um dos brasões das casas armoriadas

 da vila de Mondim de Basto

  

          Desta vez não quero deixar  perder o fio da meada e antes que isso possa vir a suceder eis-me sem demora a pegar numa  deixa do Dr. Eduardo Teixeira Lopes e rebuscar na monografia sobre Mondim tudo o que acerca desse cónego meu conterrânea consta ali registado.

          Assim ao debruçar-se sobre as casas brasonadas da sede de concelho o distinto historiador faz à volta do assunto constar na pág. 302 mais o seguinte: <Outro brazão encontra-se na Via Cova, na fachada de uma casa, que foi mandada construir pelo Pe. Dr.André Teixeira Borges, em 1688, e da qual só existem véstígios do frontão. Foi cónego na Sé de Faro e Beneficiado de Santa Maria de Silves. Este brazão (se é que se poderá  assim chamar), pertence à heráldica eclesiástica, e à categoria das dignidades eclesiásticas. Estas armas eram as de sua familia ou as dos seus apelidos. Há diferenças conforme a categoria  e, e neste caso, os atributos de vigário são um chapéu eclesiástico, do qual pendem dois cordões, cada um com duas borlas. Ao lado destas armas figura a seguinte descrição:

O DOR ANDRE TEIXEIRA BOR

GES CONEGVO DA SE DE FA

RO E BENEFICIADO DE STA

MARIA DE SILVES VIGRº >. 

           Com isto e graças a um filho adoptivo de Mondim de Basto fiquei a saber que a final Vilar de Ferreiros não é assim tão estéril... como dantes se pensava

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publicado às 19:13


Para a história local

por aquimetem, em 14.04.07

          Tinha uma leve recordação de ler algures que um ilustre conterrâneo meu havia sido cónego da Sé de Faro. Mas como nessa altura não dei  a devida importância ao  assunto até a fonte onde bebi a noticia acabei por esquecer. Entretanto quando há pouco estive na capital do Algarve e aproveitei para visitar a Sé, senti avivar-se-me a memória e em silêncio prestei ali a minha sentida homenagem a um ilustre conterrâneo que certamente como eu foi baptizado na pia de São Pedro de Vilar de Ferreiros.  

        

 

Como na igreja de S. Francisco, em Evora, também na Sé de Faro,

esta "capela dos ossos" merece ser visitada 

 

          A fonte histórica é que só casualmente reencontrei agora quando folheava a monografia "Mondim de Basto", de Eduardo Teixeira Lopes, e dou com esta citação: " Vilar de Ferreiros em 1687 teve um cónego na Sé de Faro, Andre Teixeira Borges e que residiu em Mondim, como já referimos. Era filho de Fructuozo Martins e de Izabel Teixeira da Cunha, neto paterno de Gonçalo Martins  e de sua mulher Margarida Pires, todos de Vilar de Ferreiros, neto materno de Baltazar Borges e de sua mulher Maria Teixeira, naturais de Mondim. Era 2º neto materno, pelo Baltazar, de António Paes do Amaral e de Marinha Borges de Andrade". Fica mais esta achega para a história local  

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publicado às 19:49


a traça original

por aquimetem, em 13.04.07

        

        A data de 1669 que consta na frontaria da igreja paroquial de São Pedro de Vilar de Ferreiros ao contrário do que  vulgarmente se pensa não tem a ver com a sua construção, mas sim com uma provável reconstrução dado que nas Inquirições de 1220 já aparece referenciada a ecclesia de santi petri de villar de ferreyros ".

          Mas deixamos este  assunto para outros estudar e vamos antes dar destaque ao património escultural desta igreja e que  foi inventariado, em 1758, assim: " a igreja he de hua nave com três altares, o mayor em que está o Tabernáculo do Sacramento, da parte da Epístola (lado direito de quem está virado para o altar-mor) tem a Imagem do Senhor dos Passos e do lado do Evangelho (lado esquerdo) a de São Pedro. Nos altares collaterais , o da parte da Epístola dedicado ao Nome de Deus e nele está a sua Imagem e Santa Bárbara, no altar da parte do Evangelho, dedicado a N.Sra . do Rosário está a sua Imagem e a de Santa Ana".  Entretanto esta igreja já passou por várias restauros, embora mantenha a traça original.

 Esta é a tal  imagem de Santa Ana, mas que pela coroa creio antes tratar-se

duma imagem de Nossa Senhora   

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publicado às 23:32


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